PRODUTOS
ADM E TURISMO.
O turismo é um fenómeno de alcance mundial e ganha cada vez mais relevo em termos económicos, sociais e ambientais, sendo actividade do sector terciário que maior tendência de crescimento tem vindo a registar. Se não vejamos.
Em 2006, a nível mundial registou-se um crescimento do turismo acima das expectativas, 4.5% representando um movimento de mais de 842 milhões de turistas (mais 36 milhões comparativamente a 2005), com destaque para a contribuição de Àfrica em 8.1% e desta a maior foi da sub-sahriana com 9.1%.
Visando dar um novo impulse a esta indústria de modo a obter o máximo de benefícios socio-económicos baseados no potencial que Moçambique possui nomeadamente paisagens pitorescas, praias magníficas, riqueza piscatorial, fauna e flora, folclore riquíssimo e bom ambiente de negócios, em 2003 foi aprovada a política do turismo e estratégia da sua implementação, resolução nº.14/2003, de 4 de Abril.
A nova política nacional do turismo considera o sector do turismo como um motor de crescimento face aos vários beneficios directos que possam resultar do esu desnvolvimento. Esses benefícios podem ser avaliados no âmbito da geração dos rendimentos para a economia nacional, emprego aos nacionais,conservação ecológia e ambiental, investimento público e privado, expansão das infra-estruturas, prestígio do país que pode criar um bom ambiente de atracção de negócios.
A linha de produtos turísticos ( turismo de sol e praia, ecoturismo, turismo cultural, turismo de aventura, turismo temático e de aventura), a globalização, a integração horizontal e vertical, o Investimento Directo Estrangeiro (IDE) e as novas tecnologias de informação são aspectos considerados de base no impulso do Turismo global e que Moçambique tem de tomá-los em consideração para se tornar um destino turístico competitivo.

Aeroportos com possiblidades de empreendimento junto ao sector privado
Aeroportos de Mocambique, E.P detém sob sua gestão as infra-estruturas aeroportuárias e sistemas de navegação dos aeroportos civis, em número de 19, que, fazem parte dos bens patrimonias do domínio público do estado, conforme abaixo:
- Internacionais: Maputo, Beira e Nampula.
- Principais: Vilankulo, Quelimane, Tete, Pemba e Lichinga,
- Secundários: Costa do Sol, Inhaca, Ponta de Ouro, Bilene, Inhambane, Chimoio, Songo, Ulongué, Angoche, Lumbo, Mocímboa da Praia.
A expansão da carteira de negócios como já anteriormente foi referido passa por se efectuarem parcerias com o sector privado se atendermos ao facto de que a sua actividade é considerada o motor principal para o crescimento económico aumentou de emprego e alívio à pobreza em Moçambique.
Assim e estrategicamente os espaços que se encontram disponíveis para realização de empreeendimentos, no âmbito de uma parceria conjunta, encontram-se localizados nos aeroportos / aeródromos de Maputo, Beira, Ponta de Ouro, Bilene, Vilankulo e Tete.
Os projectos a serem implementados à luz da parceria ente as partes visariam a localização especial e as necessidades a colmatar tomando por referência as condições macro económicas, os objectivos definidos pelo governo no computo geral, com destaque para o sector do turismo, atentos ao facto de que Moçambique e considerado essencialmente um país prestador de serviços.
A parceria que se pretende empreeender com o sector privado assentara numa relação de “win-win”, pois responderá às expectativas e objectivos definidos pelo governo quer no referente à Aeroportos de Moçambique,E.P. quer no relativo a intervenção do sector privado e por fim acolhera a concretizar de uma união que trará múltiplos benefícios baseando-se nos objectivos estabelecidos individualmente por cada uma das partes envolvidas, tendo por visão a dimensão do país e da sua projecção a nível internacional. |